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Governo quer multa em caso de fechamento de vias durante possível greve


O governo tem monitorado a possibilidade de mobilização de caminhoneiros, que tentam organizar uma greve no próximo dia 1 de fevereiro. Segundo ministros, no entanto, a situação é de "tranquilidade" e não há, no momento, a sinalização de grande adesão pela categoria.


Membros do governo dizem ainda que não vão abrir mão de aplicação de multas para evitar que haja fechamento de rodovias. "Não vamos permitir trancamentos de pistas, vai ter multa pesada", disse um ministro, que preferiu falar na condição de anonimato.


As negociações estão sob responsabilidade do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, mas diversas outras pastas estão acompanhando os movimentos da categoria: Casa Civil, Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Ministério da Justiça e Advocacia-Geral da União têm articulado ações e conversas com intuito de mitigar efeitos de uma possível greve.


Em relação à pauta de reivindicações, fontes do governo afirmam que nem tudo pode ser atendido, mas que há espaço para diálogo. Somente o ministro da Infraestrutura, por exemplo, participa de mais de 40 grupos de WhatsApp com caminhoneiros.


Além de tentar destravar o preço mínimo do frete, que está sob responsabilidade do STF (Supremo Tribunal Federal), os caminhoneiros exigem, por exemplo, o fim do Preço e Paridade de Importação (PPI) do Petróleo. Segundo o governo, no entanto, esse ponto não é negociável, pois representaria uma interferência direta na Petrobras.


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