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Revista EAC - O impacto da pandemia no setor de mudança e fretes

O impacto da pandemia no setor de mudança e fretes



A Covid-19 tem impactado de formas distintas os diversos setores da economia. Neste cenário, pessoas e empresas tiveram que se adaptar a novas formas de realizar as suas atividades, seus métodos de trabalho. Nada escapou da pandemia, anunciada, oficialmente, em 11 de março do ano passado, pela Organização Mundial da Saúde, entre eles, um serviço muito comum nas áreas urbanas: o transporte de mudanças e fretes.


No entanto, a pandemia trouxe também na bagagem uma novidade: o trabalho remoto e, consequentemente a possibilidade de deixar para trás grandes metrópoles. Assim, as cidades médias e pequenas no entorno dos grandes centros urbanos passaram a receber uma debandada de pessoas. Viver em um local com mais espaço, economicamente mais barato, e ainda com estrutura para se trabalhar remotamente é a decisão que passou a guiar muitos profissionais.


O administrador de empresa Frederico Ziotto, com vários anos de experiência no setor imobiliário de Manhattan, Nova York (EUA), afirma que migração das grandes cidades para cidades menores ou até o campo tornou-se uma tendência mundial. O fenômeno conhecido como “Cidades Zoom”, permite que se trabalhe com uma estrutura online, mesmo sem visitar a vida urbana típica. “Essa mudança de lugar para viver está em alta entre os norte-americanos, mas o fluxo também está acontecendo no Brasil”, garante.


E este contexto de mudar de casa e levar consigo mobílias movimentou o mercado de mudanças e fretes, evitando, assim, uma crise maior. Líder em seu segmento e com mais de 50 anos de experiência, a Granero Transportes se reinventou para enfrentar os percalços do vírus que já vitimou, só no Brasil, mais de 280 mil pessoas. Sergio Rodrigues, diretor da empresa, revela que uma das medidas tomadas foi reduzir o quadro de funcionários e até vender um caminhão:


“Estou administrando o dia a dia. O mercado está oscilando muito, qualquer novo decreto sobre lockdown e restrições, os projetos param, as empresas colocam o pé no freio e a demanda cai”, finaliza, ressaltando que a empresa atende em todo o Brasil.


Fonte: Revista Eu Amo Caminhoneiro

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